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Luísa Sonza fala sobre o ódio nas redes: 'Não aguentava mais. Remédio, terapia, nada fazia efeito'

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Luísa Sonza foi a convidada da noite desta quarta-feira, 11/5, do programa "Saia Justa", do canal GNT. Ao lado de Sabrina Sato, Luana Xavier, Larissa Luz e Astrid Fontenelle, a cantora falou sobre o discurso de ódio nas redes sociais.

A cantora lembrou que os ataques virtuais surgiram quando ela tinha 16 anos e postava vídeos no YouTube. Desde então, o ódio contra ela só piorou. Ela procurou ajuda, mas nem a terapia e os medicamentos resolveram:

"Não sabia mais o que fazer, minha mente não aguentava mais. Terapia, remédios, não faziam efeito. Queria morrer. Quando começaram a liberar as gravações dos programas de TV na pandemia, eu ia para minha primeira viagem. Entrei no avião e as pessoas me xingavam! Aluguei um barco no meio do mar e as pessoas me xingavam. Passavam de jetski me xingando".
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 Crises de pânico e ansiedade

No avião, a caminho para uma gravação, Luísa teve uma grave crise de pânico. Ela não conseguiu voar e pediu para sair da aeronave.

"Entrei no avião e o homem colocou uma mala preta do meu lado. E foi para o fundo do avião. Achei que o cara ia me matar. Tive uma crise que me impediu de andar. A aeromoça me ajudou e eu não consegui fazer a viagem, tive uma crise de pânico. Voltei para casa e minha equipe me apoiou porque, como estávamos ainda na pandemia, minha família estava longe."

Luísa Sonza conta ainda que, precisou tirar o celular de perto dela para gravar o "Saia Justa". "Tenho pânico do celular. Ele não pode vibrar e logo acho que é algum problema, alguma crise. Se estivesse com o celular não conseguiria fazer o programa."


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